Advogado Ricardo Macierinha

Portugueses de Valor 2020: Nomeado Ricardo Macieirinha

Portugueses de Valor 2020: Nomeado Ricardo Macieirinha

RBCM RBCM18 Março 2020

Ricardo Macieirinha nasceu em Luanda, Angola, enquanto território português. Para Portugal Continental viajou com apenas um ano e meio. Da sua infância recorda como Leiria era uma cidade pequena e de todo o seu percurso escolar. “São as recordações normais de um jovem que vive o seu tempo de juventude”, afirma. Formado na área de Direito, pela Universidade Lusíada em Lisboa, é na advocacia que pauta o seu dia-a-dia em termos profissionais. Após terminar o curso, Ricardo regressou a Leiria onde fez o estágio e mais tarde se lançou por conta própria.

Em 2003, materializou assim o seu objectivo primordial, ou seja, delinear os seus passos por si próprio e é nesta fase que começa a viver de perto com muitos portugueses emigrantes. “Cada vez mais querem apostar em Portugal”, afirma. O advogado sublinha o patriotismo de todos os portugueses que vivem além-fronteiras. “O meu tempo é dividido entre Leiria, Lisboa e Paris”, confessa.

Actualmente, Ricardo Macieirinha tem um escritório em Leiria e estabelece uma relação muito estreita com um escritório em Lisboa. O seu escritório evoluiu para uma sociedade de advogados, chamada RBCM, composta por cerca de dez advogados, vocacionada maioritariamente para a área fiscal, empresarial, económica e financeira. Apaixonado por Portugal, o advogado descreve o seu país como detentor de uma história extraordinária. Defende que as pessoas fazem o nosso país e, por isso, afirma que não se devem considerar só portugueses aqueles que vivem em território nacional. Sonha com um Portugal mais justo, uma sociedade mais desenvolvida, vocacionada para o futuro, para se deixar o país preparado para as gerações vindouras. “Temos um país valorizado por muitos, mas nós não sabemos dar o devido valor. Por isso, o que desejo é poder contribuir dentro das nossas vontades para um país mais preparado para o futuro”. Ricardo valoriza os princípios do humanismo, justiça e correção. “Devemos ser leais, justos e correctos, quer na vida privada, quer profissionalmente”. “Temos que olhar para os portugueses que tiveram a ousadia de sair de Portugal, cresceram fora de Portugal e que hoje em dia representam muito bem o nosso país”, afirma.

Fonte: Lusopress.TV